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Patrícia Abravanel diz que países onde há fé em Deus “vão pra frente” e critica misticismo

30 JUN 2016
30 de Junho de 2016
 apresentadora Patrícia Abravanel, evangélica, afirmou que nos países onde há fé em Deus e uma consciência coletiva sobre o poder do trabalho, existe mais prosperidade.

A opinião contundente e polêmica da apresentadora foi expressada durante o quadro “Jogo dos Pontinhos”, no programa Silvio Santos, no SBT, no último domingo, 26 de junho.

“Países muito místicos muitas vezes tem consequências; o povo deixa de trabalhar. Países mais racionais, que têm uma fé em Deus, mas que acreditam no esforço, no suor, no trabalho, em se portar, em ter um casamento e ter que cuidar dele, esses países vão mais pra frente”, afirmou, comentando a situação de miséria em que vive o continente africano.

Nas redes sociais, internautas comentaram a fala da apresentadora em tom de reprovação: “Patrícia Abravanel faltou as aulas de história onde esclareciam o quanto a África foi explorada, roubada e escravizada p/ países ‘racionais’”, escreveu um usuário que assistia ao programa.

“É fácil p/ Patrícia Abravanel falar de países como a África, ela sempre morou nos EUA, foi alfabetizada em inglês e sempre teve dinheiro”, comentou outra pessoa no Twitter.

Patrícia Abravanel é uma pessoa com opiniões fortes e, geralmente, reprovadas pela mídia. Semanas atrás, a filha do apresentador Silvio Santos disse que “homossexualismo não é normal” e que considera a ideologia de gênero perigosa.

“Li numa revista que hoje um terço dos jovens se relaciona com pessoas do mesmo sexo. Eu acho muito um terço, mesmo sem saber se a opção deles é real. Eles experimentam”, afirmou.

Questionada por Silvio Santos se havia na Bíblia alguma passagem que proíba a prática homossexual, Patrícia destacou que seu ponto de vista não era uma questão exclusivamente baseada na fé: “Calma, que eu não quero falar de religião. Acho que o jovem é muito ainda imaturo para saber o que quer. A gente tem que firmar que homem é homem, e mulher é mulher, entendeu? Acho que não é legal ser super liberal”, opinou.
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