Menu

"Logo a fé vem pelo ouvir, e o 
ouvir vem pela palavra de Cristo"
Romanos 10:17


Sincero, pastor Malafaia diz que “não está nem aí” para quem não gosta do que ele fala

30 JUN 2016
30 de Junho de 2016
O pastor Silas Malafaia voltou a demonstrar pouca – ou nenhuma – preocupação com as críticas que sofre dos que discordam de suas opiniões, e afirmou que não dá a mínima para o que pensam sobre ele.

“Não estou nem aí se você não gosta do que falo”, escreveu o pastor em seu perfil no Twitter.

A sinceridade de Malafaia foi motivada, mais uma vez, sobre os novos detalhes dos crimes cometidos por membros do Partido dos Trabalhadores que ocupavam cargos de chefia no governo federal nos últimos 13 anos.

“Onde remexe o governo do PT, TEM ROUBALHEIRA! Fundos de pensão, crédito consignado. O Partido dos Trabalhadores, roubando os trabalhadores. Os petralhas reclamam dos meus Twitter. Estou mentindo [a respeito dos crimes]? Claro que não. O governo MAIS CORRUPTO DA HISTÓRIA DO BRASIL, pertence a eles. VERDADE!”, escreveu Malafaia.

A publicação fez referência direta à Operação Custo Brasil, da Polícia Federal, derivada da Operação Lava-Jato, e que levou para a cadeia, dentre outros, Paulo Bernardo, 64 anos, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações nos governos Lula e Dilma (PT), respectivamente. Bernardo é marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), 50 anos.

“Sou pastor e não deixei de ser cidadão, não gosta do que falo? Porque então me segue aqui? Não estou nem aí se você não gosta do que falo. Só kkkkkkk Fiquem a vontade para xingar, caluniar, difamar, não bloqueio ninguém. Sei quem eu sou e não me preocupo com calúnia de medíocres. Fico kkkkkkkkkk. É um prazer inenarrável ter como seguidores petralhas, esquerdopatas, ativistas gays e preconceituosos, me divirto muito kkkkkkkkk muito kkkkkkkkk”, concluiu o pastor.

Malafaia tem sido um dos líderes evangélicos mais contundentes nas críticas aos governos petistas nos últimos anos, e foi um dos que mais defenderam publicamente o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Voltar


Tenha você também a sua rádio